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O RQE na Fonoaudiologia e na Medicina: Como não os profissionais?

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O RQE na Fonoaudiologia e na Medicina: Como não  os profissionais? A publicação da Resolução CFFa nº 833/2026 trouxe um avanço importante para a Fonoaudiologia: a partir de 01/01/2027, a divulgação das especialidades exigirá o Registro de Qualificação de Especialista (RQE). Você já deve ter ouvido falar em RQE na Medicina, consolidado pela Resolução CFM nº 2336/2023 . As siglas são idênticas, porém serão utilizadas por profissionais distintos e, por isso, deve-se ter cuidado na comunicação. Para afastar qualquer risco que leve o público ou o paciente a confundir as atribuições de cada categoria (Fonoaudiologia e Medicina), os profissionais devem seguir rigorosamente as orientações dos seus Conselhos Profissionais para a divulgação da especialidade. Abaixo, preparei um comparativo de como deve ser a divulgação de acordo com as normas vigentes de cada Conselho Profissional. FONOAUDIOLOGIA Nome completo do Fonoaudiólogo CRFa nº Identificação do Título de Especialista RQE nº ...

Mas eu não divulguei o nome da especialidade, apenas que sou médico especialista. Onde está o erro?

Em várias consultorias em direito médico, já me deparei com esse argumento. Muitos profissionais acreditam que não mencionar o nome da especialidade e usar apenas o termo genérico, como por exemplo, "médico especialista" afasta a infração ética caso não possuam o RQE (Registro de Qualificação de Especialidade). A resposta curta e direta é: não afasta. Continua sendo infração ética grave. O Código de Ética Médica (CEM) e as resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) em especial a Resolução nº 2.336/2023 , são muito claros sobre a proteção à sociedade contra informações que possam induzir ao erro. Médico especialista é aquele que possui título de especialista registrado no CRM e com RQE. Proteger a própria carreira começa pelo entendimento correto das normas. O desconhecimento da regra nunca será uma defesa válida perante o Conselho Profissional. Você já conhecia essa distinção ou já ouviu esse argumento? #DireitoMedico #PublicidadeMedica #Medicina #RQE #Com...

Responsabilidade civil médica: a importância da adequada documentação e da informação no cuidado com o paciente

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             Imagem produzida por IA Responsabilidade civil médica: a importância da adequada documentação e da informação no cuidado com o paciente Recente decisão envolvendo falha na prestação de serviço de saúde reforça um ponto relevante no campo da responsabilidade civil: o prontuário médico não é apenas um registro administrativo, mas um instrumento essencial para demonstrar a adequada condução do atendimento e a segurança da relação médico-paciente. No caso analisado, o Tribunal reconheceu a responsabilidade do médico diante de falhas relacionadas ao atendimento e à ausência de informações suficientes no prontuário, destacando que a documentação incompleta pode comprometer a análise da conduta profissional e a demonstração da inexistência de culpa. A decisão também ressalta que a responsabilidade civil médica deve ser examinada a partir das circunstâncias concretas, considerando a conduta adotada, os deveres de informação, a diligência espera...

A importância da conformidade regulatória na organização de eventos médicos.

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  A importância da conformidade regulatória na organização de eventos médicos. Congressos e eventos na área da saúde demandam extrema segurança jurídica. A Consultoria especializada mitiga riscos institucionais e contratuais desde o planejamento. Ao longo de mais de duas décadas de atuação jurídica, tenho acompanhado de perto essa evolução. Essa trajetória inclui a consultoria especializada para eventos médicos nacionais. Essa vivência prática confirma que o sucesso institucional caminha lado a lado com a prevenção de riscos. Na estruturação desses eventos, a análise jurídica deve abranger alguns pilares fundamentais, por exemplo: > Compliance com a ANVISA > Regularização de Alvarás > Direção Técnica e Atos Institucionais > Contratos personalizados e revisados > Disseminação de conhecimento A governança jurídica atua de forma preventiva. Ela resguarda a regularidade do congresso e a reputação de sociedades médicas. Quero ouvir você: sua organização costum...

Evite riscos éticos e legais: quem deve analisar sua publicidade nas redes sociais

  No ambiente digital, a presença do médico e do dentista nas redes sociais exige muito mais do que criatividade ou estratégia de marketing.   É comum que empresas de marketing se disponham a criar e avaliar conteúdos, mas quando o assunto envolve a divulgação de informações da área da saúde, quem deve analisar e orientar sobre o material a ser publicado é o advogado especialista em direito médico, odontológico e saúde.   Esse profissional é quem tem conhecimento das normas éticas, das resoluções dos Conselhos Federal de Medicina e de Odontologia e conhecimento técnico para orientar se o conteúdo está em conformidade, evitando riscos de infrações éticas, autuações e processos judiciais.  A consultoria jurídica preventiva vai além da simples revisão de posts. Ela oferece orientação estratégica para toda a presença digital do médico, do dentista ou da instituição, avaliando textos...

CFM autoriza agenda separada para convênio e particular: como estruturar corretamente no consultório

  O Parecer nº 001/2026 do Conselho Federal de Medicina trouxe uma orientação relevante para a organização da prática profissional ao reconhecer a possibilidade de o médico realizar a divisão de agenda entre atendimentos particulares e por planos de saúde. Esse entendimento é importante porque confirma que a gestão da agenda faz parte da autonomia do profissional, desde que respeitados os deveres éticos, a transparência com o paciente e as obrigações contratuais assumidas com as operadoras. Não se trata de liberdade irrestrita, mas de uma autorização condicionada à correta estruturação jurídica e operacional dessa divisão.  Na prática, o parecer admite que o médico estabeleça dias e horários distintos para cada modalidade de atendimento, o que contribui para melhor previsibilidade da agenda, equilíbrio financeiro do consultório e qualidade assistencial. Contudo, para que essa divisão seja legítima e segura, é indispensável que ela esteja refletida de forma clara no contrato fi...

O que fazer quando o paciente não paga os honorários médicos acordados pelos serviços prestados?

  Mas o que fazer quando o paciente não paga os honorários médicos acordados pelos serviços prestados? Nesses casos, é importante conduzir a situação com respeito, prudência e respaldo documental, preservando a imagem profissional e observando sempre os limites éticos definidos pelo Conselho Federal de Medicina e pela legislação vigente. A inadimplência é uma situação delicada, mas comum na rotina médica, pois a prestação de serviços médicos configura uma relação contratual e econômica. No rol de documentos médicos, o contrato de prestação de serviços é instrumento essencial para resguardar o profissional em eventual cobrança. Quando o paciente não paga os honorários, o médico pode buscar orientação jurídica especializada para avaliar as medidas cabíveis que, a depender do caso, podem ser extrajudiciais ou judiciais. A orientação da advogada Vania Rosa Moraes da área de Direito Médico e Saúde do Emerenciano, Baggio & Associados Advogados é no sentido de que o médico tenha docum...